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quarta-feira, 15 de junho de 2016

ESTAÇÕES, LIVRO DE MARKUS LIBRA


Sinopse

   Na emoção de uma trajetória,     riscada de ideologias, vividas entre as verdades e as mentiras de uma sociedade preconceituosa sobre os jovens das periferias. Preconceitos e conceitos herdados de uma classe separatista, vinda dos tempos dos coronéis.
    O conflito do ter e deixar ir um amor.   Do partir sempre do jovem,  do homem poeta que grita.
    Neste livro o autor descreve em romance os conflitos de uma simples e pequena cidade.
   É onde começa o riscado da poesia, entrelinhas de poemas sociais,    onde a alma do ser é corrompida
nas auroras da hipocrisia.
    Libra desenrola em tom claro as ruas,     praças,    rios e o choro da cidade de São Sebastião do Pouso Alegre, em mágicas imaginações de uma juventude excluída e perseguida,     na procura e perguntas dos teus sobrenomes nas escolas publicas dominada pelas elites.
   O arrancar da flor em botão roubada no jardim de uma casa qualquer, entre  dores de alma.  Os aflitos do sistema social, da prostituição e das drogas ilícitas aos pobres e lícitos do álcool permitindo a morte dos seres.
    A religião na ruazinha da Vila Araújo,   o chorar da mãe, ao filho que para ela sorrir roubou do mercado , um chocolate.
    E o violinista de cabeleira em caracol,     que arranca melodia triste de um velho  violão violão vermelho, na praça entre hipies e o símbolo da paz.  O violinista de cabelo em caracol,  não sabia entoar canção, compor canção de mãe, porque chora a dor da mãe excluida no esquema do sistema.
    E o pai que não voltou para a casa, por ser dito comunista em organizar sindicato e ser encarcerado na ideologia na dor e na real dos ditadores.
    E o menino que voou nas cachoeiras entre cogumelos ilustradores de dragões multicores.
    O Preconceito e conceito das escolas públicas nos idos anos 70 e 80. Águas Claras e o Festival de Lucélia, a ginga da capoeira de uma cara chamado Juquinha, os olhos do horizonte de Barão Costa verde.
Os salmos de Sara do rebento da bala no peito de Arrepiado.
   E as dores de um poeta, nos conflitos de perder, de um cara que sempre parte e deixa a dor, espinho e a flor.
   E por que não dizer?
  Calar os salmos de Sara que da exclusão nasceu para adorar ao Deus do céu, como que beija flor amando o regaço da flor vermelha.
   Que foi assim que se foram amores, cores, lágrimas, e a solidão da alma ao redor.    O consolo do menino perdido no som do silêncio,   deitado  ao  colo  da  mulher da vida,      que  sua  história  grita,  e  de amor oferece colo e não sexo.
    E Cristo fala em todos os lugares, e a prostituta negra, ouve o grito do poeta e oferece colo e não sexo, e ela fala ao poeta dos filhinhos famintos e do ela estar ali e ele, ele o poeta dela enxuga as lágrima,   e ela chora, e ele chora ouvindo uma história de amor.    E o poeta menino ainda, no descansar ao colo, ao colo da mulher negra do prostíbulo, que no carinho do amor, recorda ao filho.
    Então não há sexo nem orgia, há palavras de dor e palavras de amor, na alma excluída no preconceito da cor.
    E o tempo segue, entre amar, florir e deixar. Flores, cores, espinho e amor.

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